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terça-feira, 22 de março de 2011

Alteração na lista de Mano: Leandro Damião


Com as contusões de Alexandre Pato e Nilmar nesse final de semana que se passou, o técnico Mano Menezes reforçou o ataque da seleção brasileira que agora contava apenas com Neymar e Jônas. O escolhido foi Leandro Damião, do Internacional.
Mano justificou a escolha alegando que, além da incrível marca de 13 gols marcados somente nesse início de ano, o autor do gol do título da última Libertadores ainda tem 21 anos de idade e pode ser chamando para a seleção olímpica.
O jogador se mostrou muito empolgado com a oportunidade e promete agarrar firme a chance de defender o país:
- Cheguei no Inter com o pensamento de buscar patamares maiores. Chegar na Seleção é o sonho de qualquer jogador. Quando meu pai me deu uma bola para brincar, pensei que era isso que eu queria. Não tem explicação. É uma vitória pessoal, com apoio da minha família.
Leandro Damião deixa Porto Alegre na quarta-feira rumo à Londres, para domingo defender o país no amistoso contra a Escócia.

domingo, 15 de novembro de 2009

Brasil 1 x 0 English Team B


A torcida no Qatar era em sua maioria torcedores dos ingleses. Porém, isso não foi o suficiente para animar o time praticamente reservas de Fábio Capello a vencer o quase imbatível time de Dunga. Embora não tenha sido um jogão lá muito emocionante, podemos destacar vários pontos do jogo. A começar pela escalação de ambas equipes. Do lado do Brasil, Thiago Silva, contando com inúmeros problemas na defesa - Luisão, Juan e Naldo machucados -, finalmente teve sua chance no time titular. A vaga na lateral esquerda dessa vez ficou com Michel Bastos, que mesmo atuando como meio de campo no Lyon, mostrou que ainda pode ser lateral. No meio de campo, Dunga resolveu começar com Elano ao invés de Daniel Alves, que vinha tendo ótimas atuações pelo setor fazendo uma boa dupla junto com Maicon na faixa direita do campo. Já do lado Inglês, é mais fácil dizer qual era o único titular: Rooney. De resto, todos reservas. Sem poder contar com titulares como Ferdinand, Terry, Lampard, Gerard, Beckham e Joe Cole, o técnico italiano Capello mandou 'desconhecidos' como Ben Foster, Brow, Upson, Lescott, Bridge, Jenas, Barry, Wright-Phillips, Milner e Bent. O primeiro foi inteiramente controlado pela seleção brasileira, que envolvia a, bem montada, seleção da terra da rainha. Mas embora dominava o jogo com troca de passas, poucas foram as chances agudas de gol. O destaque brasileiro, ficou por conta de Nilmar, que criou boas jogadas pela esquerda com sua velocidade característica. O jogou voltou para o segundo tempo e, logo no primeiro minuto de jogo, Nilmar mostrou o porquê merece a vaga de titular na seleção. Aproveitando bom lançamento de Elano, o ex-colorado apareceu no meio da zaga para tocar de cabeça para o fundo das redes e correr para o abraço, 1x0. A desvantagem fez Fabio Capello mexer no ataque inglês: saiu Bent e entrou Defoe. Mas, antes mesmo que ele pudesse tocar na bola, o Brasil teve outra oportunidade real de gol. Aos nove, Nilmar mostrando muita velocidade e reflexo, aproveitou falha da zaga, ficou com a bola e acabou derrubado na área pelo goleiro. Pênalti! Kaká que é o batedor oficial deixou a cobrança para Luis Fabiano. O atacante do Sevilla acabou decepicionando o amigo do Real Madrid e chutou para fora, perdendo a chance de abrir maior vantagem no placar. O jogo continuou com o Brasil tomando as rédias e em uma tentativa de explorar as bolas alçadas na área tradicionais do futebol inglês, Capello colocou em campo o grandalhão Crouch. Dunga também se viu obrigado a mexer no ataque de seu time quando Luis Fabiano se machucou em lance com zagueiro adversário cortando o supercilho. Era a chance que o estreiante Hulk precisava. Surpresa na convocação de Dunga, o atacante do Porto debutou na seleção canarinha, mas pouco precisou fazer, já que o Brasil estava com o jogo ganho e segurou o placar até o final da partida. 1x0 em cima do time praticamente reserva da Inglaterra. A seleção volta a jogar na próxima Terça-Feira contra a seleção de Omã, no último amistoso do ano.

segunda-feira, 15 de junho de 2009

Kakádependência ?!?

Começo o post com a frase dita na transmissão da Globo: "Lúcio tem a braçadeira pela raça demonstrada jogando e esbravejando.. mais o verdadeiro capitão dessa seleção é o Kaká". Kaká é o que chama os jogadores, o que grita, o que tenta algo de novo, o que motiva, o que une o grupo, o que chama a responsabilidade.. E foi nítido, mais uma vez, que o time de Dunga joga em função dele. Quando o novo galático pega a bola, outros jogadores param e assistem, ficam estáticos esperando uma jogada de gênio do ex-são paulino. O melhor exemplo disso foi comprovado no início do segundo tempo, quando deu uma certa apagada, inesplicavelmente o time tomou dois gols em apenas um minuto. E isso que estamos falando do Egito, imagina se fosse Itália ou Espanha.. O começo de jogo foi empolgante. Kaká logo cedo já chamou a responsabilidade e deixou o seu (belo) gol, esbanjando técnica. Em jogada ensaiada, saiu o segundo e o terceiro: Daniel e Elano que batem bem na bola, alçaram bolas nas cabeças de Luís Fabiano e Juan, respectivamente. No intervalo de um gol e outro, Zidan e Aboutrika, que davam trabalho, tanto insistiram que consiguiram marcar. A partir daí, com o resultado de 3x1, o time de Dunga parou de jogar e começou a administrar, afinal o Egito respeitava muito a seleção e parecia aceitar os gols tomados. Pois bem, o jogo voltou do intervalo, o time de amarelo continuou administrando, mas, dessa vez, os homens de vermelho pareciam estar mais ligados. Foi ae que começou o sufoco: 3x2,3x3, com direito a pressão e lances bonitos. Dunga por incrível que pareça, até mexeu bem no time, fez substituições coerentes. Tirou Elano, que embora tenha dado passe pra gol, não era tão veloz e não chegava a frente; tirou Robinho que nada fez e tirou Kléber que não foi tão ativo. O problema é que Pato entrou e fez exatamente o que Robinho vinha fazendo: lances individuais sem sucesso algum. André Santos, até se movimentou bem, mas já estava no final e pouco fez. Ramires, que partida após partida parece ser um escape para Dunga, foi o único que entrou a fim de mudar o que estava errado. E não era poucas coisas. Presenciamos até Júlio César, o melhor goleiro do mundo atualmente, deixando escapar bolas. A Seleção precisava de alguém que ligasse o 'ON' novamente. E lá estava ele, o novo jogador do Real Madrid: cobrava pegava a bola e partia pra cima, chamava toda a responsabilidade que o depositavam. Kaká, o melhor do mundo em 2007 merece toda atenção e respeito, mais deixar que ele resolva sozinho contra 11 egípicios fica complicado. Mas mesmo complicado, ele conseguiu. Levou o time pra frente, fez jogadas que levantou novamente o time e, após uma testada do nosso zagueiro que usa a braçadeira, é marcado um pênalti. Nosso camisa 10, novamente chama a responsabilidade e decreta a vitória de 4x3, deixando claro a Kakádependência.